Se hoje a Barbera é reconhecida como uma cepa de altíssima qualidade – capaz de gerar vinhos longevos e extremamente complexos – isso se deve à figura de Giacomo Bologna.
Giacomo cresceu nas colinas de Monferrato, e sonhava em produzir grandes tintos a partir das vinhas herdadas do pai, Giuseppe. Após uma longa viagem percorrendo as principais regiões vinícolas da França, notou que o clima e os solos da sua terra natal compartilhavam grandes similaridades com aqueles da Borgonha.
A partir daí, passou a dar para a sua Barbera um tratamento bourguignon. Reduziu a produtividade dos vinhedos, otimizou o ponto de colheita das uvas, vinificou parcelas separadamente, e envelheceu seu vinho em barricas francesas — algo, até então, inédito para a Barbera.
O resultado foi o início de uma revolução.
Seu impacto foi tão profundo, que hoje Braida – nome da vinícola que Giacomo fundou em 1961 – é sinônimo de Barbera. E também sinônimo de vinho piemontês de alta qualidade.
Tamanha é a importância deste produtor, que, em 2024, recebeu do governo italiano o Marchio Storico di Interesse Nazionale — um reconhecimento reservado a empresas italianas que mantiveram excelência produtiva (e forte vínculo com o território) por, no mínimo, meio século.
Na oferta de hoje temos acesso a um exemplar da Braida originado no cru Montebruna.
Montebruna é mais do que um vinhedo — é a realização de outro sonho de Giacomo: o de reunificar terras históricas em Rocchetta Tanaro. A reunificação destas parcelas, que pertenciam à família Marchesi Incisa della Rocchetta, exigiu 35 documentos legais e sete anos de negociação. O vinhedo leva o nome da Casa Montebruna, símbolo dessa jornada.
Produzido com uvas colhidas manualmente, e amadurecido por 12 meses em carvalho, temos aqui um tinto realmente diferenciado. Uma expressão fidedigna da elevada qualidade que a Barbera pode expressar, quando orquestrada pelas mãos certas.
O nariz perfumado traz uma ebulição de frutas negras, com as cerejas frescas em destaque. Violeta, canela, tabaco, moca e eucalipto complementam a complexa paleta.
Na boca encanta com uma acidez extremamente suculenta, que dá vivacidade à textura sedosa dos taninos. Intenso, profundo e longo, é um vinho decididamente gastronômico, que deve harmonizar bem com todas as principais referências da gastronomia italiana, em especial com pastas ao ragu, e cortes de salumeria.
Vale fácil o seu peso! Cinco críticas internacionais acima de 91 pontos — em uma janela de preço que nenhum outro produtor de alto nível consegue oferecer
Aproveite a oferta de hoje, e garanta uma das 60 garrafas disponíveis.
Se hoje a Barbera é reconhecida como uma cepa de altíssima qualidade – capaz de gerar vinhos longevos e extremamente complexos – isso se deve à figura de Giacomo Bologna.
Giacomo cresceu nas colinas de Monferrato, e sonhava em produzir grandes tintos a partir das vinhas herdadas do pai, Giuseppe. Após uma longa viagem percorrendo as principais regiões vinícolas da França, notou que o clima e os solos da sua terra natal compartilhavam grandes similaridades com aqueles da Borgonha.
A partir daí, passou a dar para a sua Barbera um tratamento bourguignon. Reduziu a produtividade dos vinhedos, otimizou o ponto de colheita das uvas, vinificou parcelas separadamente, e envelheceu seu vinho em barricas francesas — algo, até então, inédito para a Barbera.
O resultado foi o início de uma revolução.
Seu impacto foi tão profundo, que hoje Braida – nome da vinícola que Giacomo fundou em 1961 – é sinônimo de Barbera. E também sinônimo de vinho piemontês de alta qualidade.
Tamanha é a importância deste produtor, que, em 2024, recebeu do governo italiano o Marchio Storico di Interesse Nazionale — um reconhecimento reservado a empresas italianas que mantiveram excelência produtiva (e forte vínculo com o território) por, no mínimo, meio século.
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Montebruna é mais do que um vinhedo — é a realização de outro sonho de Giacomo: o de reunificar terras históricas em Rocchetta Tanaro. A reunificação destas parcelas, que pertenciam à família Marchesi Incisa della Rocchetta, exigiu 35 documentos legais e sete anos de negociação. O vinhedo leva o nome da Casa Montebruna, símbolo dessa jornada.
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A cada dia oferecemos um vinho por um preço super especial (em 99% dos casos é o melhor preço que você irá encontrar no mercado online).
Adega Virtual
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varia de R$ 400 a R$ 800 - dependendo da sua região) você pode solicitar a entrega com frete
gratuito.
Pagamento
O pagamento pode ser realizado através de cartão de crédito ou então via
depósito bancário/DOC/TED.
Um dos pedidos mais recorrentes aqui na VinumDay é Pinot Noir da Borgonha.
O motivo é fácil de entender. Para muitos amantes do vinho, a Borgonha representa o ápice. É a região que transformou a Pinot Noir em uma lenda e que produz alguns dos exemplares mais desejados do mundo.
O problema é que desfrutar desses vinhos tem exigido investimentos cada vez maiores.
Quando falamos dos famosos Premier Cru e Grand Cru, a qualidade costuma ser extraordinária, mas os preços acompanham a fama. Mesmo muitos vinhos classificados como Village já exigem investimentos consideráveis. Por isso, o verdadeiro garimpo da região está em outro lugar.
Mais da metade da produção local é composta pelos chamados Borgonhas Regionais. Nessa categoria, ainda é possível encontrar rótulos capazes de entregar a essência local por valores mais acessíveis.
Mas é também nesse segmento que as diferenças de qualidade se tornam mais evidentes. Encontrar os melhores exemplares exige pesquisa, critério e, sobretudo, conhecer bem os produtores.
E foi exatamente por isso que este rótulo chamou nossa atenção.
Elaborado pelo Domaine des Quatre Saisons, propriedade familiar com mais de 80 anos de tradição, é o tipo de vinho que justifica todo o esforço de garimpar os Borgonhas Regionais.
Originário do norte da região, nasce de vinhedos inseridos em solos calcários de origem Kimmeridgiana — os mesmos solos de Chablis. A vinificação ocorre em tanques termorregulados, seguida por alguns meses de maturação em barricas de carvalho.
Ficamos fascinados com o que encontramos na taça: aromas expressivos de frutas vermelhas frescas, com destaque para framboesa, cereja, morango e amora, acompanhados por um delicado toque mineral de sílex e algumas especiarias.
Em boca, encanta pela fluidez. Os taninos são finos e sedosos, a acidez é vibrante e salivante, e o conjunto combina precisão e definição de forma exemplar. Os sabores confirmam os aromas e permanecem por longos segundos após cada gole, em um final elegante e extremamente prazeroso.
Um daqueles Borgonhas que nos lembram por que a região exerce tanto fascínio sobre os apreciadores do mundo inteiro — e que mostram que ainda é possível encontrar uma excelente relação entre preço e qualidade sem precisar investir o valor de um Premier Cru ou Grand Cru.